193 - SE PALAVRAS E MENTIRAS FIZESSEM MILAGRES...

06/05/2013 07:27

    Se palavras enganadoras e promessas fizessem milagres e se transformassem em soluções sociais, em investimento, em satisfação na qualidade de vida e prosperidade para todos, etc.,  os políticos poderiam se considerados santos. Mas o que eles deixaram de representar, e não se vê praticamente ninguém ao lado do povo, porque seguem políticas econômicas, sociais e financeiras que só atende os seus próprios interesses particulares, em prejuízo do bem comum e dos mais pobres, sem contar que há histórias de que cometeram o grave erro de comprarem votos, mas não têm a coragem de se libertarem dessa perversa política de “apoio” ao governo e de grupos que não desejam oposição de forma alguma. E agora, o que dizer aos eleitores ? 

   Ora, de nada adianta continuar a enganar as pessoas, a mentirem, a apelarem ao seu conformismo e a iludir os que ainda estão aparentemente bem, porque os que estão mal não acreditam nos senhores porque não são tão tolos como desejavam que fossem. Promovam as políticas econômicas, sociais e financeiras certas, corretas e justas e tirem a população da pseudo ilusão de que está tudo bem na saúde, na educação, no esporte, etc, etc, etc. Deixem de ser falsos ilusionistas e vendedores de ilusões e de sonhos, e apliquem as políticas corretas e honestas. A vezes os políticos nem parecem pessoas inteligentes, humanas, lúcidas e sensatas naquilo que dizem, e as vezes deixam a impressão de serem pessoas insensatas e egoístas nas atitudes que têm...

   E como é que é possível que o chefe de governo, secretariado e vereadores tomem decisões sensatas, lúcidas, visionárias e conscientes do  jeito que as coisas caminham ? E eles apenas estão presentes, representam e passeiam pelos palcos que lhe são montados e recitam as cantigas que outros escreveram para eles lerem. E sempre as mesmas cantigas, os mesmos figurinos, os mesmo cenários e as mesmas miragens. 

   Não sempre sabem o que fazem, o que dizem, o que pensam e o que sentem. Só querem o bem pessoal, estão totalmente inertes e só fingem que fazem e que decidem, mas não fazem nada e não decidem nada que seja visivelmente correto e honesto, e por isso não transmitem confiança. As decisões tomadas são geralmente para resolver os seus problemas, mas raramente para as dificuldades de emprego, de negócio, de crescimento e desenvolvimento econômico e social que melhorem a vida de todos e principalmente dos mais pobres e dos mais carentes das coisas básicas para o seu bem-estar e conforto diário. E que tristes atores políticos, espertos e desonestos tem sido.

   E o que fazem em favor das regiões menos favorecidas, menos competitivas e mais pobres, e que sem políticas sociais e econômicas não têm meio de sair dos círculos viciosos da pobreza, da ignorância e das necessidades em que estão mergulhadas. Exemplos não faltam.

 

   E política não é futebol! E partidos não são e não devem ser clubes! E política é e deve ser a definição, o planejamento e a organização racional da vida e bem comum da população! E todos sabem ou devem saber que a vida é uma partilha, de genes, de emoções, de gostos, de necessidades e de ideais! Por isso, primeiro se deve pensar no bem comum e nas políticas certas, que a todos servem, e nos políticos corretos e sérios, que a todos também devem servir, e não sempre os mesmos comportamentos nas mesmas pessoas, caso elas não façam o melhor para todos e rejeitando os partidos e políticos em que não se confiem e façam as políticas certas que sirvam o bem comum e a todos e conforme as necessidades de todos! E nós não vivemos sós e precisamos de todos, para todos estarmos bem! Que os políticos de carteirinhas deixem de agir na política como se fosse um esporte, porque política não é futebol e partidos não são e não devem ser clubes!

    É raro encontrar político de bom-caráter. Afinal, praticamente todos mentem. E pessoas sérias têm antipatias a sério. Não é isso infelizmente que se observa?

    E há os espertos que falam de liberdade e dos direitos do cidadão, mas não os respeitam e não se interessam enquanto isso não lhes trazer beneficios pessoais.

    E o tempo é o melhor conselheiro, o melhor juiz, o melhor professor, o melhor médico e o melhor amigo.

    E com o tempo, tudo se descobre, se percebe, se clarifica, se explica e se abandona o que não serve.

 

 

 

 

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