452 - V.PTA.: FINANÇAS MUNICIPAL E MUDANÇAS A VISTA NA POLITICA

18/04/2015 12:22

   A secretaria de Finanças do governo de Várzea Paulista continua toreando as contas a pagar com uma escassez acentuada na entrada de recursos, cada dia mais na base do “só por Deus”. 

   Atualmente Finanças conta basicamente com a arrecadação municipal, pois os repasses do governo federal está minguado e em queda e os repasses estaduais não estão vindo, exceto os da área de Saúde e as do Social. Com uma arrecadação média mensal em torno de 15 milhões, e uma folha de pagamento de cerca de 8 milhões, realmente a luz do fim do túnel parece mesmo estar muito distante e fraca, deixando a sensação de que vai ser ainda pior e demorado sair do túnel.

   Recentemente um integrante da equipe executiva comentou que a expectativa é ter as contas do governo equilibradas daqui uns 25 anos, segundo se estima, e que o aperto será necessário e inevitável até lá, e dependerá de quem estiver comandando o governo.

  Como finanças depende também da movimentação e sintonia política para governar e ter recursos, vamos considerar como deverá ficar a política segundo especulações e avaliações de quem acompanha com interesse o que se passa em todos os níveis, particularmente aqui na cidade. Alguns comentários generalizados prevê mudanças à vista no quadro partidário, e deve afetar toda a região, como nos destaques abaixo.

   Segundo se ouve, o PSB do vice-prefeito Rodolfo deve se fundir com o PPS do vereador Ivan Sada e, pelos números previstos, as adesões poderão criar uma nova força política se acontecer a união das siglas, o que pode propiciar aos políticos da região uma  filiação opcional. Segundo se comenta nos bastidores, verdade ou não, o prefeito de Itupeva deve deixar o PT e entrar no PSB.

   Outra fusão à vista é a do PTB com o DEM, em vias de se concretizar segundo informações recentes.

   Há também comentários sobre fusão do PSDB com outro(s) partido(s), que estão em negociação mas ainda indefinido. Por enquanto são só especulações, mas pode ter fundamento.

   E porque isso está em evidência, particularmente nos bastidores ?

   Aparentemente, na avaliação de vários políticos locais, é em função da praticamente certa REFORMA POLÍTICA, prevendo o fim das coligações partidárias proporcionais, voto distrital e outros itens que, sendo aprovada, espera-se que vai haver um corre-corre dos políticos se posicionando onde lhes parecer mais adequado e vantajoso se realocar.

   É o que se especula estar escrito nas estrelas como inevitável...

 

 

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