507 - V.PTA.: AS CONTAS DO GOVERNO HOJE

01/09/2015 07:06

   O Blog conversou novamente dias atrás com a secretária de Finanças, Marly Ramos, para ver como andam as contas do governo municipal.

   De modo geral continua a duras penas, com baixa arrecadação e pouco dinheiro nos cofres públicos. Os pagamentos de fornecedores tem um atraso médio de 30/60 dias para pagamento, mas há a expectativa otimista de até o fim do ano ficarem em dia.

   A maior dificuldade de caixa ainda é a arrecadação municipal, e a queda drástica e escassez dos repasses estaduais e federais, que também tiveram uma redução significativa de cerca de 30%, provavelmente também devido a queda de arrecadação, e que reflete diretamente no orçamento municipal.

  Quanto a isso, o governo tem apertado o cinto como pode, e os “milagres” continuam sendo feitos dia-a-dia, e a economia tem sido cobrada em todo o governo. Claro, como qualquer outro governo municipal, os recursos disponíveis são aplicados onde a necessidade exige mais atenção.

   A Folha de Pagamento ainda é o que mais consome os poucos recursos disponíveis a cada mês, aproximadamente com os seguintes valores mensais neste ano de 2015:

   - março: R$ 8.300.000,00

   - abril...: R$ 8.390.000,00

   - maio..: R$ 9.190.000,00

   - junho.: R$ 8.800.000,00

   - julho..: R$ 9.600.000,00

   Obs.: Maio e junho com o aumento sindical, e com os 50% do 13º antecipado.

   Um levantamento feito pelo RH da Gestão Pública revela os salários pagos a comissionados de 2011 a 2014, na média mensal:

   Ano      -    comissionados    -    folha pagamento

  -----------------------------------------------------

   2011     -         278              -       11.200.000,00

   2012     -         283              -       12.400.000,00

   2013     -         236              -         9.800.000,00

   2014     -         223              -         9,960.000,00

 

   As previsões de melhoras no fluxo de caixa não é uma expectativa dada como certa pelo governo. O como fazer o melhor que pode ser feito com o que se tem a cada mês é a principal preocupação, ainda mais com a economia nacional intranquila e turbulenta como está. E o futuro próximo, a curto e médio prazo, não parece nada promissor...

   Vamos ver...

 

 

Voltar