527 - V.PTA: CRISE FINANCEIRA NO GOVERNO MUNICIPAL

28/10/2015 12:26

  Sabendo que o governo municipal está praticamente tropeçando e caindo justamente no argumento que adotou para justificar a falta de dinheiro nos cofres da prefeitura, ou seja, a “herança maldita” deixada pelo PT, não se justifica mais evitar tomar medidas de austeridade financeira para conter um mal maior, que já está batendo com força nas portas da prefeitura. O que se comenta é que o prefeito está fazendo o mesmo que a Dilma fez para se reeleger: um faz-de-conta que está tudo bem, e contratando e mantendo cargos para garantir a reeleição em 2016... Pelo menos esse é o comentário mais “quente” e preocupante que circula nos bastidores e na opinião pública.

  E não é surpresa, pois dizem que acabou o dinheiro que o PT deixou de convênios, que o prefeito perdeu outros e não se garantiu fazendo novos por perda de prazos. Isso sem contar que o governo estadual e federal não estão mandando os repasses de verbas como deveriam, que chegam insuficientes nos cofres do governo municipal. Ademais, os eleitores podem até elogiar que o prefeito está asfaltando aqui e ali, que participa de reuniões nos bairros, e até subir nas pesquisas, etc., mas em 2016 vai ter que enfrentar seu “inferno astral” e da mesma forma que o ex-prefeito Eduardo enfrentou, talvez muito pior e da pior espécie até.

  É sério, o fundo do poço político é o fantasma que deve tirar o sono de todos os que estão hoje na equipe executiva do governo municipal, dos quais merecem créditos o vice-prefeito Rodolfo no comando da secretaria de Educacão, Josué na secretaria de Obras e Marli na secretaria de Finanças, incluindo Marco Bueno com as limitações que deve enfrentar na Gestão Pública.

  Ora, isso inclui os vereadores que votam conforme orientação do governo, mesmo se saber ao certo do que se trata e que efeito vai ter na prática e politicamente falando. Lamentável, vai dar mais argumentos para os adversários atacarem, e as chances de reeleição está cada vez mais distante.

  É certo que maioria das prefeituras estão com a situação financeira em sérias dificuldades, mas nem todas porque alguns governos municipais estão atentos e contam com uma equipe executiva que sabe o que fazer. Por exemplo, a prefeitura de Linhares no Espírito Santo dá o exemplo de uma gestão que se preocupa com as finanças sem se preocupar com questões eleitorais de 2016. Veja no link abaixo:

 - Prefeitura de Linhares/ES exonera 300 comissionados para combater crise

  Só por Deus, dizem eleitores e uns e outros que sabem o que está acontecendo por dentro do governo municipal...

 

 

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