61 - O eleitor indeciso não deve ficar omisso

23/09/2012 08:04

   Esse ano novamente se vivencia um processo eleitoral. Em 07 de outubro, milhares de prefeitos e vereadores serão eleitos no país através do voto direto. Se houve essa conquista, nada mais natural que seja colocada em prática. Mesmo sabendo que o eleitor(a) ainda não sabe para quem votar, pois quase que diariamente os eleitores são entristecidos pelos noticiários com reportagens de denúncias de corrupção, desvio e má administração do dinheiro público e de tantas outras. Tudo isso faz com que muitos fiquem desacreditados do processo democrático. Mas, cruzar os braços e dizer que não vota em ninguém não é a solução.

   Não se pode ficar omisso, passivo ao rumo da história.  O que se deve fazer é parar com a mentalidade: “ah, não gosto de política”. É bom não esquecer que o futuro das gerações depende da boa política. Se houver omissão por parte dos eleitores, muitos oportunistas tirarão proveito da situação.

Todos têm a obrigação de se inteirar dos acontecimentos, conhecer os candidatos, suas propostas e planos de governo. Saber quem são, o que fazem, e não ceder ao apelo da mídia, mudando de opinião por causa de pesquisas. Deve-se ser como agentes da democracia. Se um candidato tentar de alguma maneira comprar o voto, as intenções dele não são boas, pois um político honesto não compra votos.
   Se existem políticos desonestos é porque também há eleitores corruptos, que procuram os candidatos com pedidos do tipo “me dê um saco de cimento”, “arranje um emprego para meu sobrinho”, “me dê um dinheiro para comprar remédio para minha vó”. E por aí vai. Está se vivendo um novo tempo, o terceiro milênio, e não se pode permitir que esse ciclo vicioso perpetue ou se inverta, em vez do político corromper o povo, ele é que será corrompido pelo próprio povo.
  Os ditados populares são sábios, e o que diz “O povo tem o governo que merece”, em parte, é verdade. Então, para melhorar o governo, os maus eleitores têm que mudar de atitude. Quem vende voto, vende a consciência. Está apenas comprando o sofrimento para si e para a sua família no futuro.
  Cada eleitor, como cidadão, deve guardar as promessas ditas durantes a campanha para que no futuro ele possa cobrar do político caso ele seja eleito. Pensar coletivamente é, conseqüentemente, optar por uma melhor igualdade regional, por distribuição de renda e desenvolvimento para o bem-estar de todos.

   Esperamos que os eleitores (as) possam avaliar e distinguir quais as melhores e mais contundentes propostas e, conscientemente, possa escolher corretamente seus representantes para o futuro governo de Várzea Paulista.


Só se constrói uma boa cidade com bons eleitores. 
Portanto, eleitor(a) o futuro do seu município e da sua
região depende do seu voto.

 

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