A questão da quarentena e vacina em SP

Na contramão do interesse popular, o governador de São Paulo, João Doria, PSDB, resolveu estender a quarentena até a vacinação em massa. Bom, se o confinamento e a quarentena de 6 meses não resolveu a questão da contaminação do Covid-19, o governador parece contrariar os paulistas tornando obrigatório a vacina contra o coronavírus para só depois suspender a malfadada quarentena, que o povo resolveu descumprir talvez até mesmo por uma questão de sanidade mental, social e econômica. Ora, Bolsonaro, disse, na segunda-feira, p.p., que "ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina", alegando defesa das liberdades dos brasileiros. Inclusive o governo federal fez propaganda da fala do presidente no Twitter e, claro, como era de se esperar, houve "reação" nos meios políticos e de comunicação. Independente disso, aparentemente muita gente em SP está com pé atrás com a vacina chinesa.

E, para continuar minimizando os estragos da pandemia, principalmente na economia, o governo federal prorrogou o auxilio emergencial no novo valor de R$ 300,00 até o final do ano. Entre as regras para o auxilio prorrogado, está a que proíbe pagamento para presos em regime fechado, residentes no exterior e alguns dependentes. Para quem recebeu indevidamente os auxílios anteriores, o governo vai isentar de punições para quem devolver os valores recebidos até 31/12, através de um canal especifico a ser criado para o acordo da devolução do dinheiro. Os que se recusarem a devolver terão que se acertar com a Receita Federal. Até o momento, cerca de 140.310 pessoas já devolveram em torno de R$ 145 milhões de reais recebidos indevidamente.