Primeiros desdobramentos pós saída do ex-ministro Moro

Então... com os desdobramentos da saída do ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, as teorias de conspiração aparentemente voltaram a ter a atenção e ser motivo de especulações nos grupos Whatsapp e redes sociais. Tem de tudo, desde memes até avaliações e suposições mirabolantes. Mas, o mais surpreendente ontem foi o Jornal Nacional, "milagrosamente", ter abandonado o noticiário sobre a pandemia, coronavírus e mortes, um alívio para o telespectador, para dedicar cerca de 1 hora e meia para mirar em Bolsonaro (como tem sido) e no ex-ministro Moro. Pode ser, segundo uns e outros, que a Rede Globo provavelmente usou esse "assunto" como mais um recurso para colocar a população contra Bolsonaro, no esforço contínuo de conseguir a renuncia e/ou impeachment do presidente da Republica, e com isso supostamente evitar que sua concessão de radio e televisão seja cancelada. Entretanto, um prato cheio para o PT, se for apurado que o ex-ministro incluiu alguma mentira no seu pronunciamento de demissão, a "novidade" dará força moral suficiente para Lula dizer que sempre teve razão ao afirmar que Moro mentiu no processo que o levou à prisão e, quiçá, até mesmo tentar conseguir reverter sua condenação. Bom, para apurar as "denúncias" do ex-ministro na coletiva de imprensa, o Procurador Geral da Republica entrou com pedido no STF para que seja investigado o contexto da fala de Moro que, segundo comentários na opinião pública, se pronunciou aparentemente chateado e em tom com suposto contexto vingativo. Entre as muitas "teorias de conspiração" que circulam nos meios e grupos sociais, uma que parece voltar a ganhar força é que Sergio Moro atendeu ao desejo do PSDB para que Lula não disputasse as eleições 2018, e que ficasse preso até depois das eleições, o que supostamente explicaria algumas movimentações de políticos, de partidos e  até de alguns ministros do STF. Mas, pelo sim pelo não, são apenas suposições, especulações e opiniões que circulam dentro e fora das redes sociais... Oremos! o "imbróglio" parece estar no inicio...