E agora Juvenal? O que fazer?

Mais um whatsapp recebido pelo Blog sobre o escândalo da corrupção na Saúde de Várzea Paulista, que transcrevemos abaixo:

"Apesar de termos criticado a forma com que Várzea Paulista está sendo governada, temos que ser realista e ver que o prefeito está entre a cruz e a espada. Com a visita do GAECO da última quarta-feira (05/06) nas residências de gestores, consultório e nos gabinetes, referente a quarta fase da operação Ouro Verde (desvio de recursos da saúde), a situação ficou ainda mais delicada, vejamos:

O que fazer com os gestores? Uma gestora, não suportando a pressão da mídia e da população, ao que tudo indica, já pediu exoneração, e, o outro, o que fazer? Como o cargo de gestor é um cargo de confiança, se o prefeito permanecer com o gestor na gestão, demonstrará 100% de confiança, passando a endossar pessoalmente e avalizar a conduta, e, na hipótese de ser confirmadas as evidências de irregularidades, soará como cumplicidade.

Se exonerar o gestor, demonstrará a perda de confiança e será como um reflexo de assumir que realmente existe irregularidades, quase que uma antecipação de julgamento. Se não exonerar também poderá representar que tem compromissos (rabo preso). O que fazer?

Também, não menos importante, está a situação da nova suspensão do processo licitatório, desta feita por uma liminar da Justiça. Não existe a mínima condição de aditar o contrato com a VITALE, então, resta a fazer um contrato de emergência, mas, com quem? No processo licitatório, somente uma empresa foi habilitada, por teoria, seria a melhor opção, pois, se o processo continuar, provavelmente, está será a vencedora. Se não fizer dessa forma, seria muito ruim se o contrato fosse com qualquer uma das outras que participaram e foram desclassificadas.

Poderia contratar uma que não participou e nesse caso, mesmo que se reinicie o processo, não deveria participar, para não pairar a dúvida de favorecimento. Contudo, a transparência deveria imperar, uma comissão formada com membros do COMUS, vereadores e membros da unidade de gestão da saúde, poderia ser a solução.

Mas, teria que ser para ontem.

E agora Juvenal????