Com o escândalo, a gestora da Saúde de Várzea Paulista pediu exoneração

Então... com o "incêndio" provocado com chegada do Gaeco na gestão da  Saúde e da Comunicação, queimando até o talo, o governo municipal de Várzea Paulista certamente está reunido para avaliar o que fazer para pagar a "fatura" das "vantagens pessoais conquistadas" com as propinas na Saúde, adiar o pagamento e até mesmo tentar lubridiar o "deus no comando", segundo uns e outros. Mas o caos, que estava presente na administração pública desde que o ex-conselheiro expulso do Comus entrou com denúncias no Ministério Público, e também com o pedido de cassação do prefeito, parece que está longe do final. Bom, de um lado a câmara municipal convocou o prefeito para uma sabatina na próxima sessão dia 11/06, para responder perguntas dos vereadores. Isso vai ser interessante, com a parte que "apoia" o governo e outra como "oposição". Do outro, corre nos grupos whatsapp que a gestora de Saúde, Mônica, pediu exoneração do cargo, o que demonstra dignidade e constrangimento intimo. Não se tem noticias, por enquanto, que o gestor de comunicação também tenha feito o mesmo, mas cogita-se que ele deve pedir afastamento do cargo, o que não é a mesma coisa que, com todas as provas das investigações ele ainda pode estar acreditando que seja "vitima". Bom, o que ainda não está explicado é o prefeito não ter afastado ambos na quarta-feira, no mesmo dia da chegada da polícia, pois não é a primeira vez que o Gaeco vem atrás de investigar propina na Saúde envolvendo os dois, o que fica cada vez mais suspeito ante a opinião pública, mesmo com o prefeito dizendo que "não sabia de nada", já que foi ele, o prefeito, quem assinou os contratos com a Vitale. Pelo sim pelo não, é tudo "Fake" Terta, ou não? Oremos...