Geraldo Alckmin, PSDB, é indiciado pela PF por corrupção e lavagem de dinheiro

Então.. depois dos episódios envolvendo de Aécio Neves, Aloysio Nunes, Paulo Preto e José Serra em escândalos de corrupção, todos do PSDB, agora temos também o nome de Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo, nos noticiários policiais ao ser indiciado pela Polícia Federal por suposta prática de cartel no Metrô de São Paulo e no Rodoanel. Além de Alckmin, o ex-tesoureiro do PSDB Marcos Monteiro e o advogado Sebastião Eduardo Alves de Castro também foram pela operação, também pela suspeita de terem cometidos os crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro. Além da colaboração premiada, a operação da Polícia Federal também realizou prova pericial nos sistemas de informática do Grupo Odebrecht e analisou extratos telefônicos, documentos e ligações telefônicas.

Quanto a isso, Geraldo Alckmin declarou à CNN Brasil que: "Embora eu não tenha sido ouvido, sequer ouvido, vou prestar contas. As minhas campanhas, tanto de 2010, 2014, agora em 2008, foram rigorosamente dentro da lei". O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, comentou: "Governador quatro vezes de São Paulo, quase cinco décadas de vida pública, médico, Geraldo Alckmin sempre levou uma vida modesta e de dedicação ao serviço público. É uma referência de correção e retidão na vida pública. Tem toda a confiança do PSDB".  

Não há duvida que o ex-governador Geraldo Alckmin sempre se apresentou com modéstia e seriedade em sua vida pública mas, aparentemente, não foi suficiente para impedir que a PF chegasse a ele nas investigações do escândalo do Rodoanel e CPTM. Como todos os outros integrantes do PSDB envolvidos em escândalos por corrupção, Alckmin é mais um "cacique" tucano nas manchetes policiais.