Governo municipal de Várzea Paulista quer fazer, de novo, outra reestruturação da organização administrativa

Então... agora parece que já não há nenhuma dúvida na política: 1) na esquerda ninguém solta a mão de ninguém, 2) na direita ninguém segura a mão de ninguém. Dito isso, corre livre, leve e solto vários comentários nos grupos whatsapp sobre os Projetos de Lei nº 07 e 08/2019 do governo municipal aqui de Várzea Paulista, que "dispõe sobre a administração pública municipal, reestrutura a organização administrativa da Prefeitura Municipal de Várzea Paulista, referente aos cargos em função de confiança e gratificação de confiança desta Prefeitura", conforme a pauta da 118ª sessão pública da câmara municipal. 

Bom, comentam que os 2 projetos foram lidos e, segundo um vereador, deve voltar na próxima sessão para  uma "cuidadosa e ampla" discussão e, quiça, para depois serem colocados para votação e aprovação. A questão que aparentemente está incomodando os servidores públicos efetivos, é o "suposto" favorecimento dos comissionados. Ora, segundo uns e outros, tem gente irritada com a "possibilidade" de que seja mais uma "estratégia para fazer caixa" para as eleições municipais de 2020, "supostamente" através de "doações". 

Também deve ser removido o status de unidade gestora da Ouvidoria, com 2 ou 3 cargos, para criação da unidade gestora da Segurança Pública, com vários cargos. Aliás, se a Ouvidoria for anexada à Casa Civil, certamente perderá o status técnico para, também, "supostamente", ser mais um órgão para uso politico do governo.

Ora, a opinião pública e bastidores questionam se o governo municipal, que parece não ter caixa suficiente para cumprir suas obrigações financeiras na administração pública do município, que depende de repasses do Estado e do governo federal, principalmente para conseguir pagar salários, deixando faltar medicamentos nas farmácias das UBS, inclusive material de limpeza e higiene, fazendo economia de energia elétrica, não ter como receber os alunos transferidos de Jundiaí para as escolas municipais, etc., como então fazer reestruturação administrativa "referente aos cargos em função de confiança e gratificação de confiança desta Prefeitura"

Pelo sim pelo não, uns e outros querem saber se: os 2 Projetos de Lei não estariam sugerindo um "suposto" e inaceitável reajuste de salários comissionados, que talvez poderia impactar as contas públicas do município com cerca de mais 1 milhão de reais? Oremos?