Improbidade Administrativa: bloqueio de bens parece que está na moda...

Então... o ex-prefeito Eduardo, do PT, foi denunciado pelo atual governo municipal de ter cometido improbidade administrativa, sob a acusação de ter desviado recursos do Fussbe para pagar salários dos servidores públicos, cuja "gravidade" resultou em ter seus bens bloqueados. Ora, por uma "fatalidade" do "destino", talvez seja isso, o atual prefeito também teve seus bens bloqueados de forma diferente, ou seja, por superfaturamento na Licitação de Parque Infantil para uso nas escolas municipais. Bom, como já aconteceu o estrago político, o prefeito talvez não esteja "tranquilo e confiante" com o desfecho dos processos judiciais contra ele, mas certamente deve "acreditar" que mais um recurso judicial vai torná-lo "inocente". Tem ainda o processo dos DVDs superfaturados, que parece estar chegando aos "finalmente" na Justiça, e também os "imbróglios" do Cemitério Municipal, Bolsa Família e da O.S. Vitale e seus gestores da comunicação e Saúde. Entretanto, especulam nos bastidores e opinião pública que, supostamente, o atual prefeito conta com a "ajuda" do PSDB. Só que agora pode ter um complicador: além da descoberta das "ligações" entre Aloysio Nunes e Gilmar Mendes para "livrar" Paulo Preto, considerado o operador do PSDB (condenado a 145 anos de prisão), e o bloqueio de bens de Aécio Neves, o Promotor de Justiça de São Paulo pediu o bloqueio de bens de Geraldo Alckmin em ação de Improbidade Administrativa, por desviar R$ 3 bilhões da educação para pagar aposentadorias. Ora, se o "buraco", onde está caindo o PSDB, por ele mesmo, é muito maior do que se pensa e faz com que o bloqueio de bens do prefeito aqui de Várzea Paulista pareça coisa pouca, só que não se comparado o governo Várzea Paulista com o governo do Estado de São Paulo. Pelo sim pelo não, uns e outros perguntam se o PSDB aqui de Várzea Paulista continua contando com o apoio do PSDB de Jundiaí, mesmo com o presidente do partido na cidade delatado pelo ex-diretor da Vitale... ou não? Oremos? Não carece...