"MEME" dos "defensores da corrupção" nos grupos e redes sociais de Várzea Paulista

Então... segundo uns e outros, começou se alastrando nos grupos whatsapp, principalmente dentro do governo municipal e na opinião pública aqui de Várzea Paulista, também, publicado no Facebook, mais um "meme" que aparentemente intenciona desmoralizar a equipe executiva e legislativo. Bom, os comentários dão conta que na imagem do "meme" tem 2 "políticos" eleitos e 2 indicados: o prefeito, 1 vereador e 2 gestores, como sendo os defensores da corrupção no governo. Comentam também que não são só os que estão no "meme": são mais... Isso certamente dá a entender o que os bastidores e opinião pública estão pensando do momento atual do governo municipal. Ora, especulam se a atual perda do respeito pelo governo começou com a "aprovação" na câmara municipal das Contas de 2013, Rejeitadas pelo TCE. Claro, isso certamente pode também inutilizar os "esforços" atuais do governo na tentativa de recuperar a imagem quebrada em cacos pelos escândalos e "supostos" indícios de corrupção, que está ruindo sem que nada possa ser feito para remendar ou dar ao menos uma disfarçada no estrago que o governo mesmo se permitiu. Deplorável, pois nas eleições de 2012 a população deu aval para que as promessas de campanha deste ainda atual governo fossem cumpridas, mas não... Especulações nos bastidores e opinião pública entendem que os agentes executivos do governo municipal preferiram escolher o caminho da perdição, "conquistando" benefícios para eles próprios, e concedendo migalhas à população através das promessas de campanha eleitoral do prefeito, vereadores e equipe executiva (gestores municipais) que aparentemente são o pivô dos escândalos, com o silêncio cúmplice do executivo e parte dos vereadores. Como aconteceu em Brasília, nas eleições municipais do ano que vem será a vez do eleitor dar o troco, a "vendeta" de quem acreditou nas promessas e se sente enganado. Pelo sim pelo não, continuar posando de "inocente" pode chegar ao ponto da Justiça ter que tomar uma medida mais radical, mais do que decretar bloqueio de bens para "resolver o problema". Oremos?