O circo político e o “fogo do fim do mundo” queimando os políticos & Cia

Então... estamos todos assistindo o circo da política de fim de mundo no Brasil queimando até a raiz, ou não? É o que parece estar acontecendo...

Segundo observadores da política em geral, a aparente decadência moral pública dos políticos, empreiteiras, empresários, investidores, talvez até de alguns ministros do Judiciário como diz o senador Kajuru, tem feito a política do "toma-lá-dá-cá" ficar visivelmente à mostra, se desmoralizando e desmoronando.

Analistas políticos e financeiros admitem que aparentemente tudo começou com a ex-presidente Dilma tentando resistir, com seu questionável tato político, às investidas dos insaciáveis "anseios e desejos" dos deputados senadores, federais e governadores por "feudos", cargos e "outras" vantagens no poder público, talvez insuflados por ganância e/ou pelo poder econômico da "elite" de alguns empresários e interessados, tanto de um grupo como de outro(s), em "negócios"... com o dinheiro público. 

De modo geral, especulam se as opiniões convergem para quem apontam ter liderado o impeachment da ex-presidente Dilma, capitaneado com o PSDB que integrou o governo Temer, até chegar ao estado político caótico e jurídico que estamos vendo hoje: Aécio Neves e seus "aliados".

No dizer dos ministros do STF, parece "inescapável" aos politicos fazer "tudo" em nome da "governabilidade", tal como comentou o presidente Bolsonaro ao chegar no Chile ontem, 21/03. Quanto a isso, a mesma cartilha do "em nome da governabilidade" foi adotada pela câmara municipal aqui de Várzea Paulista para "aprovar", com 100% dos votos dos vereadores, as Contas 2013 REJEITADAS pelo Tribunal de Contas do Estado, e com isso manter o atual prefeito e equipe executiva no poder... sem "freios".

E mais, conforme publicado no site da câmara municipal, as Contas 2013 foram "aprovadas" a despeito dos muitos "indícios" de corrupção apontados no Relatório do TCE. Bom, um dos vários apontamentos nas Contas  2013 Rejeitadas, no caso os DVDs, resultou recentemente no bloqueio judicial dos bens do atual prefeito e de um agente público. Tem também 2 ex-secretários, hoje gestores, delatados por receberem propina da O.S. Vitale. E como reagiu a câmara municipal? Não reagiu, ficou em gritante silêncio... é mais simples e fácil, talvez porque acreditem que "o povo logo esquece".

Ainda tem as Contas 2015 e 2016 REJEITADAS pelo TCE para serem apreciadas pela câmara municipal. Serão aprovadas "em nome da governabilidade"? Especula-se nos bastidores e na opinião pública: o que é que os vereadores "ganham" com o faz-de-conta que representam o povo e fiscalizam o governo municipal? A reeleição? Oras...

Enquanto os "políticos" aparentam estarem aflitos para se livrar de punições por corrupção e tentar se manter no poder a "qualquer custo", o povo assiste eles, os políticos, resistindo para não serem condenados nos inquéritos judiciais. Políticos esses que dependem da "sobrevivência" com o dinheiro público para manter o "status" de aparente poder, autoridade e impunidade nesta vida, que não dura para sempre e nada levam para a outra... exceto a bagagem do que se leva na consciência para o "outro mundo". Os "bens conquistados" ficam...

Não se sabe exatamente como vai terminar o "incêndio" no circo do Congresso Nacional e governo federal, com a "participação" do STF, presidente do Senado, presidente da Câmara Federal, ministros de Estado, principalmente Sérgio Moro que tenta combater a corrupção e a criminalidade enraizada em todos os níveis, etc., e nem como vai ser o futuro da nação, incluído Várzea Paulista, mas o horizonte não parece animar as probabilidades do povo se beneficiar da desejada e promissora Ordem e Progresso para TODOS.

Para concluir, especulam ter uma questão "atormentando" os observadores e analistas do atual cenário político: "É tudo parte de um projeto de poder do DEM, avançando estrategicamente para ocupar o espaço político (e corrupto?) do PT, PMDB e PSDB, sob a batuta de Rodrigo Maia, David Alcolumbre, Onix Lorenzoni e ACM Neto? Ou não?"

Ser ou não ser, estar ou não estar, ou melhor, ter ou não ter pode ser a questão...