O estresse da esquerda e João Doria na versão oportunista

Enquanto aumenta a guerrilha contra a Lava Jato, contra o ministro Sérgio Moro e contra o procurador Dallagnol, responsáveis pelo sucesso contra a ampla corrupção enraizada no meio político, governamental e empresarial com negócios em estatais e governos, eis que o mais novo ataque partiu do presidente da câmara de deputados no Congresso Nacional, Rodrigo Maia, também investigado por suspeita de corrupção, cujos comentários estariam sugerindo uma espécie de suposto "alento" aos políticos e empresários presos, aos que estão em vias de ser preso, aos que podem ser presos e aos que estão sendo investigados pelo Ministério Público e Polícia Federal. 

Observa-se também que comentários destemperados do presidente Bolsonaro tem insuflado o estresse da esquerda, e também dos que querem restabelecer o status e modus operandi político antes deste novo governo, no esforço incansável para tentar fazer o que o PSDB e aliados fizeram para conseguir o impeachment da ex-presidente Dilma, deturpando pontos de vista e narrativas para, hoje, constranger e indispor Bolsonaro ante a opinião pública. Só que até o momento não está funcionando como estão intentando, mesmo com o auxilio e militância dos jornalistas porta-vozes e simpatizantes da esquerda, segundo uns e outros. 

Outra coisa, vergonhosamente oportunista, é o governador João Doria dizer que nunca esteve alinhado com o presidente Bolsonaro, mas foi eleito ao posar ao lado dele em fotos durante a campanha eleitoral, se revelando um tucano de caráter duvidoso, conforme aprendeu com os caciques do partido na opinião de muitos supostos "adversários". Portanto, João Doria não esconde que quer ser o próximo presidente. A pergunta é: como João Doria explica o vídeo acima, se não está alinhado com Bolsonaro?