Estaria o governador de São Paulo intentando "liderar" um "motim" contra o presidente da República?

Estão questionando nos bastidores e opinião pública se, "com mais de 48 mortes (84,2%) até ontem no estado de São Paulo, 25/03, de um total de 59 no país, o governador está intentando "liderar" um "motim" contra a presidência da Republica, com "apoio" do Rodrigo Maia, presidente da câmara dos deputados no Congresso Nacional"? Pelo menos é o que a matéria do G1 deixa transparecer no "suposto protagonismo" de Doria, para concorrer e assumir o poder em 2022, com apoio da imprensa contrária a Bolsonaro, conforme sugere a notícia com todas as cores de golpe político à vista:

Doria disse aos 26 governadores do Brasil, na tarde desta quarta-feira, 25/03: "Mais do que nunca, amigos, nós temos que salvar vidas. E depois do que ouvi hoje pela manhã e do que ouvi ontem à noite em rede nacional, cabe a nós, governadores do Brasil, ao Congresso Nacional, na liderança do deputado Rodrigo Maia, do presidente do Senado, assim como o presidente do Supremo Tribunal Federal, salvarmos o Brasil." É para isso que ele foi eleito governador do Estado de São Paulo?

Especula-se também se o comportamento do governador  de São Paulo está sendo mais uma movimentação a lá Aécio Neves, PSDB, tal como no impeachment de Dilma, para, suspostamente, incentivar e provocar o impedimento de Bolsonaro, até mesmo impedir o vice-presidente Mourão de assumir, para colocar Rodrigo Maia na presidência em troca de apoio nas eleições presidencial 2022, segundo boatos circulando nos grupos sociais virtuais e whatsapp.

Enquanto isso, a população aguarda medidas práticas e imediatas do governo e prefeituras do estado de São Paulo no atendimento de suas necessidades básicas e emergenciais. Neste momento atual, a movimentação e interesses políticos de João Doria Jr é o que menos interessa à população de menor renda. Muito menos o "panelaço". O que interessa mesmo à população que trabalha para manter a economia em funcionamento, é a geração de renda familiar para própria subsistência e a de outros. 

Rodrigo Maia dizer que acionistas da Bolsa de Valores estão "pressionando" pelo fim da quarentena, certamente deve interessar particularmente aos "políticos" e "militantes", já que a classe trabalhadora de menor renda não investe na Bolsa de Valores. Só trabalham e geram renda... para todos!

Resumindo: E se o presidente Bolsonaro tiver razão no que tem falado?