Onde está a representatividade das mulheres?

Temos em pleno século XXI a expansão de tudo que diz respeito a nossa tecnologia, que avança para estarmos conectado mesmo dormindo. As telecomunicações estão chegando nas mãos das pessoas de uma forma rápida, nossa saúde ganhou longevidade por estarmos muito avançados com os medicamentos e complexos vitamínicos, e nossas relações parecem estar desaparecendo.

Vejamos que hoje não mais teríamos que lutar pelos direitos igualitários para homens e mulheres, e nem tão pouco ver algum tipo de desvantagem por ser de um ou outro sexo, mesmo tendo um número grande de tipos de orientações sexuais, ainda parece que o que temos é o caminho contrário para o sexo feminino, pois com tudo isso, sabemos que as mulheres ainda não estão ocupando seu lugar de direto e até mesmo por maior união das próprias.

Quando vemos que 50% de representação da população é feminina, e temos ainda um número muito maior de homens comandando e ditando os caminhos pelo mundo a fora, principalmente em nosso país, fica difícil imaginar onde vamos chegar, sendo que poderíamos ter um quadro muito maior de empresárias, diretoras, vereadoras, deputadas estaduais e federais e senadoras representando o poder feminino de união e aumentando a quantidade de mulheres discutindo os princípios de sociabilidade.

Ainda temos um número muito maior de homens a frente dos principais cargos, infelizmente parte dessa culpa é das próprias mulheres por não se unirem em prol de fortalecer sua representatividade e de saber que só dessa forma seus direitos serão melhor reivindicados por suas representantes, conquistando a tão almejada e merecida igualdade e liberdade. O empoderamento feminino virá naturalmente quando as forças femininas estiverem, em conjunto, voltadas para essa luta, pois vemos hoje um grande número de mulheres focadas e reivindicando seus direitos, mas por outro lado ainda há um número expressivo que lutam contra essas conquistas.

As mulheres já provaram a capacidade que têm. São inteligentes, dedicadas, batalhadoras, compreensivas, e teríamos aqui inúmeras competências e qualificações para citar. Elas precisam se unir e fazer como os homens, que buscam olhar primeiro para o seu grupo e depois para os outros, elas têm que usar da mesma estratégia e se fortalecerem unidas!

Vamos esperar que esse levante feminino comece pela união, pela luta e pelo fortalecimento do grupo, em apoio às que se pronunciam em representar esse universo de mulheres que somam hoje 50 % da população de nossa cidade, nosso estado e nosso país.


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