Então, os vereadores de Várzea Paulista na 94ª sessão pública...

Então... ontem, aparentemente, a sessão pública da câmara municipal aqui de Várzea Paulista, a 94ª, foi quase "morna" com a "costura" de sedas entre os 9 vereadores presentes na sessão, onde 2 projetos de "suma importância" para o município foram colocadas na pauta: 1) Lei municipal proibindo alimentar pombos urbanos, a partir de pedido de 2 munícipes e, 2) Lei para a prefeitura implantar nos semáforos um sinal sonoro para facilitar a travessia de pessoas com deficiência visual em via pública. Claro, os 2 projetos foram "entusiasticamente" aprovados pelos vereadores. Um dos vereadores, o que disse a prefeitura ter 13 milhões em caixa, reclamou que o governo não atende seus pedidos para acesso ao Plano Diretor do Município, e que foi "obrigado" a fazer Requerimento por escrito, colocando a questão da obrigatoriedade de Audiências Públicas para alterações na Lei, o que deve ser feito a cada 10 anos, pelo menos. Outro vereador, um dos 5 que não estão na base do  governo municipal, disse ser contra o empréstimo solicitado pela prefeitura, certamente falando por todos. Após "troca de sedas", segundo uns e outros, a sessão foi encerrada sem maiores interesses, com o legislativo usando a cartilha do "Faz-de-Conta" e continuando a ignorar os imbróglios do Cemitério, do Bolsa Família e da Saúde... Ah, mas teve um vereador questionando os gastos com as "obras" do Córrego Bertioga, quanto foi gasto, o que falta, etc.. Bom, vamos ver se até os próximos alagamentos alguém fica sabendo tudo o que precisa ser "desmitificado" no uso do dinheiro público nessas "obras" intermináveis. Talvez o governo municipal esteja esperando a proximidade das eleições para fazer alguma coisa. Por outro lado, parece que está correndo solto um "boato" de que o empréstimo de R$ 3 milhões, com aprovação da câmara municipal, é para conseguir fazer o pagamento da folha salarial da prefeitura em abril/2019. Se não for "boato", como vai ser no próximo mês de maio? Pelo sim pelo não, tudo normal nos poderes públicos municipais? Ou não? Oremos?