Várzea Paulista, Edson Peru, vereadores e os DVDs da Educação

Então... enquanto a TV Tem torna público o "escândalo do Peru" na região de Jundiaí e Sorocaba, garantindo Várzea Paulista na categoria TOP de "cidade dos escândalos na administração municipal", cujo vídeo foi mostrado ontem, 03/07, na 1ª Edição do Jornal da TV Tem e publicado no site do G1 Sorocaba e Jundiaí, envolvendo vários vereadores em vários aúdios que viralizaram nos grupos whatsapp da cidade e região, conforme abordamos aqui dia 17/06. Como é óbvio, os vereadores mencionados nos áudios negam estarem envolvidos. Por outro lado, comenta-se nos bastidores e opinião pública que a câmara municipal parece alheia a tudo que acontece, sem se manifestar, talvez porque o que realmente importa são os vereadores estarem bem entre eles, cúmplices ou não, segundo uns e outros.

Enquanto isso, a 2ª Instancia do Tribunal de Justiça de São Paulo, incluiu na pauta do dia 17/07 o julgamento do Agravo de Instrumento do prefeito Juvenal Rossi, Processo 2067374-38.2019.8.26.0000, que contesta a decisão referente à sua condenação no processo nº 1000269-36.2019.8.26.0655 na 1ª Instância de Várzea Paulista, no qual deve devolver R$ 372.176,03 no superfaturamento dos DVDs da Educação, conforme publicamos aqui dia 01/03 (obs.: São 7 os advogados defendendo o prefeito). Com todos os processos contra o prefeito por improbidade administrativa, escândalos do Bolsa família, Cemitério, Bens do prefeito indisponibilizados pela Justiça, propina da Vitale para gestores municipais, Contrato Emergencial com a Ingex, o caso do Edson Peru cobrando vereadores, etc, os moradores agora tem motivos de sobra para dar razão ao gestor que sugeriu quem não estiver contente que mude de cidade, mesmo porque está ficando vergonhoso morar em Várzea Paulista depois que passou a ser investigada pelo Gaeco (Saúde), Polícia Federal (Merenda Escolar) e câmara municipal inepta, fazendo de conta que nada disso é problema deles, todos eleitos pelo povo para representar o povo. Pelo sim pelo não, os vereadores tem o dever constitucional de fiscalizar o executivo e o bem comum, não só o bem deles (os vereadores), ficando só nos discursos e mantendo distância dos "problemas". Oremos!