378 - MARINA E DILMA: OS ATAQUES NA CAMPANHA

06/09/2014 11:45

   Como era de se esperar, Marina Silva está sendo alvo de todo tipo de ataques nesta campanha eleitoral, da mesma forma que Dilma sofreu em 2010, envolvendo inclusive a Igreja na questão do aborto por exemplo, e sempre partindo da grande mídia que forma opinião. Certamente nem Marina e nem Dilma terão sossego ou alivio da grande mídia que apoia a direita, que querem Aécio no segundo turno. Grande mídia leia-se Jornal Estadão, Jornal Folha, Revista Veja e outras mas, curiosamente, a organização Globo se mantém uma certa discrição quanto à questão da delação premiada do ex-diretor da Petrobrás. Porque ?       Bom, parece que Aécio, se souber aproveitar a questão da Petrobras, pode ganhar novo gás na corrida presidencial, mas poucos acreditam em uma reviravolta a essa altura que possa descartar Marina ou Dilma em favor de Aécio em um segundo turno.

   Apesar da “bomba” da delação premiada do ex-funcionário da Petrobras, convém não menosprezar a incrível capacidade do PT em administrar as questões que pareciam impossíveis de serem contornáveis. Temos como exemplo a questão do Mensalão, que o ex-presidente Lula disse na época ser uma “marolinha”, entre outras, o que demonstra a aptidão que o PT tem de tirar “água de pedra”. Sem maiores comentários porque todos sabem como está sendo administrada essa questão.

   Aparentemente, por mais que a grande mídia use todo tipo de arsenal para desbancar as duas candidatas da corrida presidencial, não deverão tirar do segundo turno as que hoje estão na frente das pesquisas. Pelo menos é o que se desenha no momento.

   Embora Marina Silva seja o sonho dos que desejam uma mudança de verdade na política, ou uma nova política como muitos especialistas e palpiteiros se referem nas mídias, principalmente a partir dos movimentos sociais de junho de 2013, há de se convir que o brasileiros não podem se queixar muito do governo do PT, a não ser os casos de corrupção. Ora, o trabalhador é quem mais pode dizer a respeito com o poder de aquisição que passou a ter hoje, de poder viajar de avião lotando os aeroportos, de comprar carro zero quilometro na concessionária mesmo sendo pedreiro, ter uma mesa mais farta, comprar terrenos e construir suas casas e/ou reformar, e outros bens de primeira necessidade e/ou supérfluos através de seu próprio esforço e trabalho.

   Inegável que Marina representa o novo, e isso certamente deixa o mercado de capitais “nervoso”, da mesma forma que Lula e Dilma foram quando candidatos e ao serem eleitos. Mas... e se for mudança que o eleitor quer, elegendo Marina ? 

 

 

 

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