610 - V.PTA: SAÚDE PÚBLICA, O PREFEITO E AS ELEIÇÕES - Parte 1

27/06/2016 16:40

  Então, em 23 de abril de 2015 comentamos no Opinião 453 o contexto abaixo, que revisamos e atualizamos para o momento atual, principalmente como anda a área de saúde. E o que mudou desde então? Bom...

   É sob o impacto do descontentamento público que o governo municipal, junto com o legislativo, está "trabalhando" para tentar conseguir a reeleição. Estão preocupados ? Estão. Muitissimo preocupados... E, claro, tem os que parece que fazem de conta que estão "tranquilos", mas que "sentem" que não serão reeleitos por mais que se esforcem e façam "Enquetes" e pesquisas reservadas de intenções de votos, incluindo os partidos da base do governo ainda em dúvida sobre quem deve apoiar para tentar continuar no poder. 

  Bom, já que estão preocupados então pode ser a hora certa do governo, com "apoio" do legislativo, talvez, fazer um mea culpa, explicando como se perdeu verbas por decurso de prazo, e como só agora no ano eleitoral é que parece dar atenção aos alagamentos no córrego Bertioga, porque só recentemente resolveu fazer a reforma da UBS do Jd Paulista, porque não fez o Poupatempo Saúde e nem a Maternidade que lhe garantiu a eleição, e não acabou com a falta de medicamentos que, praticamente, GARANTIU sua eleição. O eleitor, com sua esperança e boa fé na MUDANÇA, confiou nas promessas feitas na campanha eleitoral 2012, confiou principalmente que a falta de medicamentos ia acabar assim que assumisse o mandato em janeiro/2013, e que o Poupatempo Saúde ia ser feito para consultas, exames, resultado e tratamento prescrito no mesmo dia.

  Já se passou 3 anos e praticamente 6 meses de mandato e a falta de medicamentos está mais acentuada e muito mais grave que no fim do governo anterior do PT. Se o governo desembolsa cerca de uns R$ 4 milhões com medicamentos por ordem judicial, e cerca de R$ 600 mil para os das farmácias nas UBS, então as contas da administração municipail continuam desequilibradas... Porque? É só porque tem que pagar os salários comissionados que o atual prefeito prometeu reduzir na campanha eleitoral 2012, ou tem mais coisa?

   Até aqui, o prefeito e a equipe executiva tem feito de conta que está tudo bem na área de saúde pública: inauguraram a U.P.A. com verba federal (R$ 300 mil/mes) incorporando nela o hospital municipal com a verba municipal (1 milhão/mes), fizeram algumas reformas de UBS, construiram a da Cruz Alta para substituir a do Centro, que foi fechada, e agora acreditam que podem se dedicar à reeleição do prefeito em uma zona de conforto construída para se protegerem, se reunindo com “apoiadores” e “assessores” que “pensam” com cuidado para não contrariar o “chefe”, enquanto o secretário “principal” continua a tentar convencer a base de apoio político e eleitorado que está tudo bem. A pergunta é: Está? Mesmo?

  ...  continua na Parte  2...

 

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