697 - V.PTA.: RETROSPECTIVA DO GOVERNO MUNICIPAL 2013/2016 - Parte 16

23/01/2017 10:49

    ... continuação...

    GOVERNO MUNICIPAL - II

    OS PRIMEIROS 100 DIAS DE GOVERNO

Resultado de imagem para contratações de comissionados

   O que se mais se observou nos primeiros 100 dias do mandato:

   - contratações de comissionados que pareceram ser maior que o governo anterior do PT, a maioria sem critérios técnicos e parecendo ser "retribuição" pela "ajuda" na campanha eleitoral,

   - muitos comentários de contratação de "funcionários fantasmas",

Resultado de imagem para falta de medicamentos

   - aumento da falta de medicamentos nas UBS, e reclamações de todos os setores e serviços municipais da falta de material de limpeza,

   - a visível dificuldade do governo em lidar com as situações adversas por falta de experiência e tato,

Resultado de imagem para falta de dinheiro

  - governo e legislativo apresentando desculpas constantes por falta de dinheiro no que precisou ser feito, mas as contratações continuaram,

  - e, entre outras coisas que muitos observaram, viu-se o novo governo preocupado com aparências e imagem perante a opinião pública, e uma secretaria de governo e de comunicação apagando “incêndios" por falta de experiência na administração pública, e até mesmo por prepotência e falta de tato.

Resultado de imagem para vaidades

  Somado a tudo isso, tivemos a opinião pública assistindo a um governo com dificuldades no do equilíbrio financeiro, com a visível fogueira de vaidades e suspeitas de malfeitos. Estancar a corrupção parece que foi uma missão impossível se o próprio governo a estivesse alimentando através de seus representantes, que ficam em silêncio, não questionaram ou, se falaram, disseram ser "inverdades". 

Resultado de imagem para jogo do poder  Enquanto muitos comentários circularam pela cidade, os problemas reais foram desviados das atenções ao se concentrarem no jogo do poder, tanto para conquista quanto para preservação, e se viu que a "velha política" mostrou toda sua capacidade de agarrar-se no governo e contaminarem toda a administração pública, com contradições e explicações sem consistência e sem se importarem com a opinião pública.

  Nos 100 dias iniciais, viu-se que em um ambiente de política em "tempo de dívida" não pareceu caber ideais sinceros. Portanto, não se distinguiu o que está dentro e o que está fora, dar ou negar apoio ao governo e legislativo. Qualquer palavra ou ação foi interpretada como parte do jogo para ocupar espaço, firmar-se e garantir-se na disputa pelo poder com uma oposição que se mostrou frágil e desarticulada.

 

  Ao assumirem o governo municipal, os eleitos não deveriam parecer sofrer de "amnésia" e começarem a cumprir as promessas de campanha e, muito mais que isso, ter trabalhado e respeitado os eleitores que os colocaram no poder e para atender suas expectativas nas mudanças que foram "vendidas" no decorrer da campanha eleitoral. O que se viu, segundo a opinião pública, foi um “fazer-de-conta” que estiveram trabalhando e administrando tudo "direitinho".

   ... continua...

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