709 - V.PTA.: RETROSPECTIVA DO GOVERNO MUNICIPAL 2013/2016 - Parte 27

09/02/2017 09:02

    GOVERNO MUNICIPAL - XII

    GOVERNO DA RECONSTRUÇÃO: 2016 - III

    ... continuação...


    Em Maio, a rejeição do governo municipal foi apontada muito alta em Enquete feita por um empresário da cidade, onde aparece também o empresário Padok com números maiores nas intenções de votos, contrariando os divulgados pelos concorrentes e preocupando o governo, segundo os bastidores. Nesta mesma Enquete os números de desaprovação da saúde pública mostravam o quanto estava em baixa na opinião pública (clique na imagem para aumentar).

  Também no inicio de maio foram questionadas as Licitações do Transporte Público Municipal, na qual venceu uma empresa de Sumaré, do grupo Rápido Luxo Campinas, mas que entrou para análise, e a do Concurso para Contratação de Funcionário Público Municipal, com o vencedor sendo impugnado, o segundo colocado passou a ser o escolhido e ficou para análise também. Mas a questão é que o governo municipal fez essa licitação justamente em ano eleitoral. Ambas incomodaram a opinião pública e colocou a lisura das intenções do governo municipal sob suspeita. Vide o Opinião 580 e 581 do Blog. Quanto a isso, o Blog também recebeu email de funcionário do governo municipal dia 02/05: ""Minha esposa trabalha nessa prefeitura. Ela ouviu de fontes seguras - que obviamente não podem ser mencionadas, nem o nome dela também, porque a perseguição e retaliação seriam inevitáveis, nessa administração - que haverá um concurso público para todas as funções, e que a administração já sabe quem vai vencer a Licitação para realizar o concurso...", conforme publicado no Sinal de Fumaça do dia 03/05/2016. 

  Ainda no inicio de maio, o líder do governo municipal, Silas Zafani, incompreensivelmente voltava a ficar contra a Guarda Municipal na sessão pública na câmara municipal do dia 03/05, para que não entrasse em votação o Projeto de Lei que permitiria à Guarda Municipal Ambiental autuar e multar os infratores do Meio Ambiente, deixando na opinião pública a impressão que o governo não queria que o Projeto de Lei entrasse na pauta de votação. A postura do lider do governo, e o próprio governo municipal, levantou suspeitas na opinião pública do porque da GM estranhamente não podia autuar e multar os infratores.

   Na primeira quinzena de maio Dilma tinha o mandato cassado pelo senado federal, no dia seguinte Michel Temer assumia a presidência do governo federal sem mencionar que estava pegando um governo quebrado e endividado pelo “governo anterior”, dizendo apenas que existia um rombo nas contas do governo, que as contas precisariam ser reequilibradas e que "não podemos mais falar em crise", ao contrário do argumento repetido largamente pelo governo municipal aqui de Várzea Paulista durante todos os 4 anos de mandato, repetindo o tempo todo que a prefeitura não tinha dinheiro por culpa do “governo anterior do PT”. Com isso, o argumento "não tem dinheiro" virou sinônimo de chacota na cidade, justamente com a opinão pública vendo no Diário Oficial o tanto de comissionados sendo contratados.

Resultado de imagem para audiencia publica

  Na 2ª quinzena de maio, logo depois que uma Kombi da prefeitura foi guinchada, após acidente de transito próximo ao CEU, com o motorista da prefeitura sem carteira de habilitação e documento do veículo vencido, na sessão pública dia 17/05 da câmara municipal aconteceu, após intensa discussão, a retirada o Requerimento do vereador Demércio que autorizaria novas Audiências Públicas para debater a revogação da Lei Complementar 221/2011, a que permite os loteamentos no Mursa, despertando novamente na opinião pública suspeitas sobre os verdadeiros interesses dos vereadores, e certamente do governo municipal, nessa questão que a população claramente desaprova.

  Também em maio, o governo municipal exonerou o secretário de Saúde, nomeando Mônica Carvalho para substituir José Roberto. De todas as decisões “técnicas” do governo, essa foi a que realmente funcionou e deu certo, provavelmente a única decisão realmente acertada, e a que iniciou notavelmente a nova fase nos serviços públicos da saúde pública. Nesse ínterim, parecia se complicar ainda mais a “queda de braço” entre sindicato e governo municipal na questão do reajuste salarial, com as posturas do prefeito e sindicato sendo publicadas nas redes sociais. Vide o Opinião 586 e 587 do Blog.

  Findando o mês de maio, um jornal que circula na cidade publicou que o prefeito aqui de Várzea Paulista tinha conseguido mais de R$ 14 milhões de reais para aplicar na cidade desde o inicio do mandato, sendo a maior parte através de deputados da região, representando uma média anual aproximada de R$ 4 milhões por ano, ou cerca de cerca de R$ 334 mil por mês. Claro, surgiu comentários questionando a atuação do governo e que o ex-prefeito anterior fez muito mais, e a opinião pública questionou o ex-prefeito Eduardo: “Boa tarde! O Jornal Notícia publicou que o atual prefeito trouxe 14 milhões para V.Paulista desde 2013. Pode me confirmar quanto vc trouxe no seu mandato de 2004 a 2012?" O ex-prefeito respondeu: “Do governo federal trouxe 80 milhões em 8 anos”. Portanto, o ex-prefeito estava dizendo que em 8 anos de mandato trouxe do governo federal R$ 10 milhões por ano, ou a média de cerca de R$ 834 mil por mês. Mas, no interesse da opinião pública, isso poderia ser muito melhor explicado e se o prefeito em exercicio aceitasse debater com o ex-prefeito, como já havia sido proposto proposto, mas não aconteceu.

  Sem duvida, o mes de maio foi realmente "diferente" em quase todos os aspectos, enquanto os preparativos para a campanha eleitoral entrava nas fases finais.

   ... continua...

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