712 - V.PTA.: RETROSPECTIVA DO GOVERNO MUNICIPAL 2013/2016 - Parte 30

14/02/2017 08:03

    GOVERNO MUNICIPAL - X

    GOVERNO DA RECONSTRUÇÃO: 2016 - VI

    ... continuação...

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  Setembro foi outro "longo" mes, e começou com a campanha eleitoral aqui em Várzea Paulista tentando parecer “inédita” e “criativa”, com os “políticos” de sempre tentando se passar por novo fazendo as mesmas “promessas” e apresentando “projetos” para tentar se (re)eleger, certamente supondo que o eleitor ainda acreditava neles. Ora, nos carros de som ouviu-se a mesma “ladainha” de sempre, segundo uns e outros, ou seja: “mais” educação, saúde, segurança, esporte, etc." Não mudou nada, tudo igual, são as mesmas palavras repetidas de outras campanhas anteriores, tudo o que os eleitores já ouviram antes sem que nada fosse cumprido depois durante o mandato

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  Enquanto neste mês de setembro o candidato do PTB era o único a fazer comícios na cidade, os demais preferiram fazer visitas no bairros e campanhas nas redes sociais através da militância, onde os dois adversários, Juvenal e Jr Aprillanti, eram “atacados e defendidos ardorosamente”, tendendo inclusive para os níveis mais baixos já vistos em campanha eleitoral. Entretanto, a política aqui de Várzea Paulista “surpreendia” cada vez mais o eleitor, como por exemplo:

 a) candidatos de eleição anterior insistindo em se apresentar como “novo”,

 b) candidatos que estão no poder prometendo de novo que vai promover a “mudança”,

 c) candidatos a vereador prometendo ser a solução, e que vai “resolver” os problemas da cidade,

 d) a militância da coligação do PV acusando a coligação PSB de ser o PT disfarçado querendo voltar ao poder,

 e) a militância da coligação do PSB acusando  a coligação do PV de governo incompetente,

 f) as militâncias PSB e PV começaram também “atacar” o candidato do PTB, que estaria crescendo nas pesquisas eleitorais...

 g) Os candidatos evitavem divulgar pesquisa oficialmente registrada, mas os números "não oficiais" eram conhecidos nos bastidores. Entretanto, o governo municipal divulgou pesquisa, certamente porque o prefeito aparecia bem à frente dos concorrentes...

  No inicio da 2ª quinzena de setembro, funcionários da UPA que eram da ICV, se manifestaram nas redes sociais e na frente do Poupatempo da Saúde, ou antigo hospital municipal, que não estavam recebendo seus direitos trabalhistas. Inclusive com vários áudios  circulando nos bastidores dos candidatos a prefeito concorrentes, provavelmente 4, com a gravação da revolta do pessoal da UPA com o não pagamento dos direitos na troca da administração hospitalar, e que estavam irritadíssimos com a secretária da saúde que prometeu junto com o prefeito, em reunião com o sindicato, que iria pagar sem problema algum, mas logo depois o governo passou a dizer que não tem dinheiro e que se não aceitassem parcelar em 3 vezes só iam receber em juízo, e que, inclusive, os funcionários eram descartáveis... Do lado do governo foi emitida uma Nota de Esclarecimento, de certa forma com o objetivo de contradizer os “revoltosos”, inclusive com a militância da coligação do PV publicando depois um vídeo mostrando candidatos da coligação do PSB presentes na manifestação, sugerindo serem eles os responsáveis. Independente disso, o prefeito e a secretaria da saúde foram até Brasília para formalizar o credenciamento da UPA junto ao governo federal para receber verba.

   Ainda neste mês de , governo divulgou que em 2015 a educação escolar municipal alcançou no Indeb, Instituto de Divulgação Educacional Brasileiro, o ponto mais alto do índice de qualidade (6,4) já alcançado no aglomerado urbano de Jundiaí. Já no final do mês, uma suspeita rondava todos os candidatos a prefeito, principalmente o prefeito que tentava a reeleição: OS INDECISOS. Uma semana antes havia divulgada uma pesquisa registrada, a que foi feita pela coligação do PV. Claro, atraiu a ira da militância do PSB. Nessa pesquisa o candidato do PV, Juvenal Rossi, aparecia com 31,36%, ou seja 13,18% a frente de Jr. Aprillanti com 18,18% e a frente 23,63% do Padok com 7,73%. O inesperado da pesquisa foi aparecer o candidato do PP, Osmar Donizete, com 0,68% e isso praticamente o tirava da disputa a prefeito. Bom, a pesquisa mostrou um eleitorado com 14,77% de votos brancos e nulos e 27,27% de indecisos que iriam se decidir nos 6 dias que faltam para as eleições, e que foi a maior preocupação dos candidatos a prefeito. Entretanto, a pesquisa não mostrou a aceitação/rejeição do governo que a pesquisa anterior mostrou, ou seja mais de 65% do eleitorado contra o governo. Ora, se os 4 candidatos somavam 57,95% das intenções de votos na pesquisa, portanto seriam 42,05% que decidiria as eleições. 

  Mas foi no dia 20 de setembro que o projeto de reeleição do governo sentiu o que podemos comparar a um pré-infarto “quase fulminante”, que poderia ter tirado o prefeito e o vice da disputa eleitoral: O Ministério Público entrou na Justiça Eleitoral com uma ação judicial no Fórum pedindo a cassação do prefeito, inelegibilidade por 8 anos e multa por abuso de poder ao ser utilizado advogados da prefeitura em pleno horário de expediente para defesa em processo de impugnação em plena campanha eleitoral. Entretanto, o processo só chegou a público após as eleições, permanecendo nos trâmites internos da justiça até ser publicado no site do Tribunal de Justiça Eleitoral de S. Paulo. Foram dias traumáticos para o governo, sem que concorrentes e opinião pública tivessem conhecimento disso. Imagine-se o estrago que isso provocaria se fosse divulgado até 5 dias antes da eleições...

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  E setembro se encerrou no clima de “guerra” política/eleitoral que permeou todo o mês, tendo “quase” de tudo na “luta” pelos votos dos eleitores, principalmente nas redes sociais, e com os candidatos gastando suas últimas energias para tentar se eleger. Nessa “guerra” teve até postagem nas redes sociais convidando para evento da Festa  de Despedida do atual prefeito, no domingo dia 02/10 às 18h... Claro, foi uma brincadeira. Com o encerramento das campanhas eleitorais, os candidatos acreditavam que fizeram um bom trabalho junto aos eleitores e que iriam se eleger, enquanto houve os que ficaram na dúvida se conseguiriam. Na expectativa dos eleitores, segundo uns e outros, haveria renovação da câmara municipal, colocando gente nova e sem os vícios e interesses particulares dos vereadores que nada fizeram durante o mandato, e ainda ganhando 10 mil reais por mês. E aconteceu de serem eleitos 9 novos dos 11 vereadores.
 

   ... continua...

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