713 - V.PTA.: RETROSPECTIVA DO GOVERNO MUNICIPAL 2013/2016 - Parte 31

15/02/2017 06:57

    GOVERNO MUNICIPAL - XI

    GOVERNO DA RECONSTRUÇÃO: 2016 - VII

    ... continuação...

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  Em outubro, dia 02, os eleitores foram às urnas para escolher seus representantes nas eleições 2016. Dia 03, após as eleições, seguiu-se uma tentativa de “relax” provisório do governo municipal que venceu as eleições de forma “impressionante” e contra todos os processos eleitorais no TRE, Tribunal Regional Eleitoral de S.Paulo, sendo 12 nas Zonas Eleitorais e 19 no TRE, ou seja: 27 processos ao todo, e também com o maior índice de rejeição nas pesquisas pré-eleitorais. Juvenal Rossi, prefeito, e Rodolfo Braga, vice, foram reeleitos com 53,11% dos 78,69% votos válidos, enquanto seus adversários somavam 46,9% e com 21,31% brancos/nulos. Claro, isso deixou os concorrentes e opinião pública muito arredia com o resultado. Entretanto o processo eleitoral que pedia a cassação do prefeito eleito e vice, assombrava de forma sufocante o governo municipal, que “comemorou” discretamente após vencer as eleições.

  No inicio deste mês de outubro logo após eleições, já se especulava na opinião pública se seria resolvido a falta de medicamentos nas farmácias das UBS, a falta de vagas nas creches e, PRINCIPALMENTE, a falta de dinheiro nos cofres da prefeitura. Ora, se havia dividas em atraso era da responsabilidade do próprio governo reeleito, onde a falta de dinheiro para pagar as contas municipais continuava sendo o MAIOR entrave financeiro que atormenta o governo municipal. Os repasses estaduais e federais estavam minguados, e se estimava que não havia nenhuma previsão otimista a curto prazo, e sem a expectativa da luz no fim do túnel a médio prazo. Admitia-se que o governo municipal tinham sua parcela de responsabilidade, pois aparentemente estava acuado pelo Contas a Pagar, principalmente desde os meses que antecederam as eleições quanto ao quadro de funcionários comissionados, que incharam sobremaneira a folha de pagamento, enquanto o governo confiava ser absolvido do processo da justiça eleitoral que pedia a cassação do prefeito e vice.

  Com os cofres carentes de dinheiro em outubropara não dizer a zero, via-se na recepção de um dos gabinetes de secretário municipal a “VISITA” DIÁRIA da Oficial de Justiça, que entrega ao governo vários mandatos de segurança judiciais para ser providenciado VAGA EM CRECHE. Segundo a Oficial de Justiça, ela entrega de 3 a 4 MANDATOS JUDICIAIS POR DIA, todos os dias, semanas e meses do ano, e que várias vezes ENTREGOU MAIS DE 6 MANDATOS de segurança de uma só vez. Enquanto isso, o governo municipal “sofria” para conseguir pagar os salários, atrasando inclusive salários do comissionados e horas extras, e também “pressão” de partido da base aliada do governo que entendia estar “forte” o suficiente para EXIGIR do prefeito continuar com as 3 secretarias municipais no próximo mandato, ou seja: Gestão Pública, Infraestrutura e Saúde, e ainda querendo mais uma.

  Na 1ª quinzena de outubro chegou ao conhecimento da opinião pública o processo 413.790/2016 no TRE/SP, que pedia a cassação, suspensão dos direitos políticos e multa, do prefeito e vice reeleitos, além da possibilidade de novas eleições para prefeito e vice. Claro, essa informação inflamou a opinião pública, bastidores e o próprio governo municipal que vinha tentando manter esse processo em “segredo”. Inclusive o Partido Verde publicou nas redes sociais, dia 13, um Comunicado informando que era improcedente os “boatos” de que poderia ter novas eleições aqui em Várzea Paulista: só que NÃO ERA BOATO, não era improcedente, não foi implicância da “oposição”, e nem “disseminação” de “inverdade”. Tratava-se de uma ação do Ministério Público por crime eleitoral, a ser julgada pela Justiça Eleitoral e que poderia ou não anular as Eleições 2016 aqui de Várzea Paulista... O blog fez várias abordagens sobre essa questão no Sinal de Fumaça de outubro 2016. Para a opinião pública o Comunicado do PV foi outro mico no folclore da cidade.

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  Ainda em outubro, comentava-se nos bastidores que o governo municipal iria atuar fortemente na cobrança de impostos atrasados, com o objetivo de arrecadar dinheiro para pagamento das contas que se atrasavam mais e mais. Quanto a isso, cerca de 35 mil processos de cobrança se encontravam em andamento no Fórum, e nem todos terminariam em acordo com a prefeitura para pagamento. Dia 18, foi feito um churrasco na casa de um dos assessores do prefeito para convidados restritos que, segundo comentários nos bastidores do governo municipal, seria para “tranquilizar” o pessoal, principalmente os vereadores, de que a AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL em andamento no TRE/SP, que tratava do cometimento de crime eleitoral e consequente cassação, não daria em nada, ou seja no “máximo uma multa” com, claro, o prefeito dando uma "passada" por lá. Nesse meio tempo os funcionários públicos se reuniram para discutir o não recebimento das horas extras, já com 20 dias de atraso e sem que o governo municipal se manifestasse a respeito.

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  Antes do final de outubro, o governo municipal voltou a fazer as mesmas coisas de sempre, ou seja: tal e qual fez com o aumento salarial 2016 dos servidores, o governo conseguiu acordo com o Ministério Público para pagar a quitação dos funcionários da ICV em 3 parcelas futuras: janeiro, fevereiro e março. Para o governo pagar mais um mico neste mes, quando se pensava que nada mais havia a criticar das obras no córrego, eis que poucos dias antes das Eleições o governo colocou maquinas nas margens do córrego para os eleitores verem que estavam “trabalhando”, mas no dia seguinte às Eleições o governo retirou as maquinas das “obras”. Claro, a opinião pública entendeu que era só encenação para vencer as Eleições, com todos já sabendo e sem nada poder fazer. O pior no córrego aconteceu quando choveu e os “taludes” malfeitos foram "danificados" pelas águas. Vide a foto abaixo...

  Encerrando o mês de outubro, o governo municipal aplicou o ”decreto” de ponto facultativo de 5 dias úteis, somado a 2 sábados, 2 domingos e 1 feriado, portanto um total de 10 dias sem expediente na administração pública, com o objetivo de “economizar”, segundo se comentou nos bastidores do governo.   

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