728 - V.PTA.: RETROSPECTIVA DO GOVERNO MUNICIPAL 2013/2016 - Parte 45

12/03/2017 08:38

 

    CÂMARA MUNICIPAL E VEREADORES – Parte 12

    ... continuação de 2015...

 

  No inicio de novembro, poucos dias depois que a vereadora do PV esteve na tribuna da câmara para defender o marido das “calunias” que estavam "inventando" sobre ele, que ia processar uns e outros, etc., mesmo com o Inquérito Civil aberto pelo Ministério Público para apurar nepotismo do casal e improbidade do prefeito, a questão da “grilagem de terras” por alguns vereadores publicada no Jornal Jundiaí Noticia no dia 21/10, e que deu origem ao Inquérito Civil movido pelo Ministério Público para apuração de denúncia, repercutia na opinião pública – vide o Opinião 529 do Blog. Claro, os vereadores acusados acorreram ao Jornal Jundiaí Noticias, que publicou matéria a seguir que as denúncias sobre eles eram “inverídicas”, e até “caluniosas”.    

  Também em novembro, via-se que, enquanto alguns vereadores subiam na tribuna da câmara municipal para se “defender” e se mostrarem como “vítima” de muitas calunias, difamações, injurias, acusações infundadas, uma verdadeira “perseguição” política nos meios sociais, internet, jornal, etc., mas que estavam indo até as comunidades dizendo trabalharem pelo povo (leia-se eleitor), por quem merece todo “respeito” do seu “representante”, por aqueles que confiaram o voto a ele, e não por aqueles que faz da política uma arma destruidora com “fofocas e mentiras”,  aqueles que se acham donos da razão tentando desestabilizar quem realmente “trabalhava inteiramente” para o “bem do povo”. Os eleitores sabem muito bem que não passa apenas de palavras, nada mais que palavras, ditas pelo não dito. Mas, não explicavam porque precisavam se defender das “falsas” acusações do Tribunal de Contas do Estado e Inquérito Civil do Ministério Público. Vide o Opinião 532 do Blog.

  Ainda em novembro o vereador Mauro solicitou, “alguém” do governo municipal foi verificar e um orçamento foi feito para arrumar a viela que liga a rua S. José do Rio Pardo com a Rua Jundiaí, ao lado do nº 1334 (casa de ladrilhos verdes) no Jd. Paulista, para dar um jeito na precária e péssima viela. O orçamento é para ter ficado em torno de R$ 50.000,00, valor esse que dispensa licitação. A obra deveria ter inicio em janeiro/2016, e seria uma boa oportunidade para o prefeito ter feito mais uma “inauguração” em ano eleitoral. Mas não aconteceu... aparentemente foi só mais uma promessa que ficou só na intenção. 

  Proximo do final de novembro, o vereador J. Ramiro já se preparava para reeleição com um "gabinete móvel" visitando bairros e regiões, uma idéia realmente prática e aprovada pelos apoiadores e vários eleitores, e que teria sido melhor aproveitada se tivesse sido utilizada desde o inicio do mandato para conhecer e atuar nas reivindicações dos munícipes. Mesmo assim, com o pouco tempo utilizado, não deixou de ser uma muito boa idéia. 

  Quando tudo transcorria quase que pacificamente na câmara municipal, começou uma “agitação” nos bastidores, uma “disputa” entre o governo e uma igreja evangélica quanto ao “direito” de usar o terreno público de 185 m2 na rua Bilac, 233 - Vila Real. Bom, a igreja pretendia construir uma unidade para receber os fiéis da região. Ora, como o local era uma área considerada complicada, não deixou de ser uma boa medida o pastor fazer um mutirão para limpar o local e providenciar o inicio da construção da nova igreja. Entretanto o governo municipal decidiu construir um Centro Comunitário neste local, cuja verba de R$ 14 milhões do governo federal destinado a isso estava em andamento, justo em um momento em que o governo mais precisava de dinheiro no fim do ano. Claro, comentaram que o pastor exigiu ser compensado e, em certo momento, um dos vereadores foi convocado para intermediar a “compensação”, ou seja: o governo cederia duas áreas, a do terreno da Vila Real de 185m2 por duas outras medindo 975m2, um com 600m2 no Jd. América e outro com 375m2 no Pq Guarani, e assim ficar tudo acertado com a igreja. Mas, a opinião pública perguntava porque o governo iria fazer essa “troca”, e essa questão chegou à Justiça em forma de Conciliação entre as partes, e o governo pôde começar a construir. 

  Encerrando o ano parlamentar 2015, o presidente da Casa de Leis pôde comemorar ter recebido nota 10 do Ministério Público por Transparência na administração da câmara municipal, independente do governo municipal e vereadores estarem "pressionados" com as queixas dos moradores sobre os buracos nas vias públicas, com a crônica falta de medicamentos nas UBS desde 2013, com as muitas criticas dos usuários ao atendimento do Hospital Municipal, com todos os Inquéritos Civil instalados pelo Ministério Público contra o governo e contra alguns vereadores, com a desaprovação das contas do governo, com as Licitações de Transporte Público e Iluminação que nunca finalizavam, etc.. Portanto, o reconhecimento do MP à câmara foi o melhor acontecimento político de 2015.

  ... continua...

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