732 - V.PTA.: RETROSPECTIVA DO GOVERNO MUNICIPAL 2013/2016 - Parte 49

17/03/2017 08:22

    CÂMARA MUNICIPAL E VEREADORES – Parte 16

    ... continuação de 2016...

  Em Agosto, com a UPA e Poupatempo da Saúde sendo, aparentemente, usado para fins eleitorais do governo municipal, executivo e maioria dos vereadores – vide Opinião Opinião 620, seguido dos 621 e 623, do Blog -, o eleitorado já demonstrava sintomas de renovação da câmara municipal, para aflição dos que queriam e se esforçavam ser reeleitos. Foi um mês de "cachorro louco", com a maioria dos vereadores e governo municipal fazendo de "tudo" para parecer estarem "tranquilos"... só que não.  A rejeição aparecia forte em todos os cenários das pesquisas informais de intenção de votos, e isso minava a confiança dos que queriam ser reeleitos, mas não tirava a esperança de nenhum. As probabilidades de reeleição estavam comprometidas pelo desejo de mudança dos eleitores, e os vereadores certamente sabiam disso. Vide o Opinião 629 do Blog.

  Encerradas as Convenções Partidárias Municipais, e com cada vereador já disputando por um partido aliado ou não do governo municipal, dia 16 de agosto começou a “guerra” eleitoral, praticamente cada “um por si”. Mas os vereadores da base aliada do governo municipal estavam “unidos” pela reeleição do prefeito, cada qual tentando se garantir caso não conseguisse ser reeleito, o que é para ser entendido e ser perfeitamente compreensível quando a intenção é continuar participando do poder. A primeira “vitima” da “guerra” foi o vereador Demércio, que distribuiu um Informativo de Prestação de Contas do mandato à população onde, no informativo, comentou sobre várias denúncias contra o governo municipal. Claro, isso provocou a reação do vice-prefeito com um Boletim de Ocorrência na Delegacia contra o vereador. Vide o Opinião 636 do Blog.

Resultado de imagem para promessas politicas

  Iniciada a campanha eleitoral em agosto, alguns dos vereadores candidatos à reeleição cometeram o equivoco estratégico de tentar se passar por novo, mas praticamente todos fazendo as mesmas “promessas de sempre” e apresentando “projetos novos” para tentar se reeleger, certamente supondo que o eleitor iria acreditar outra vez. E mais, nos carros de som ouvia-se a mesma “ladainha” política, ou seja: “mais” educação, saúde, segurança, esporte, etc.", sem se lembrarem disso no mandato, e sem mudar nada, tudo igual, foram as mesmas palavras repetidas de campanhas anteriores... E ainda surgiu comentários circulando dentro e fora do meio político e opinião pública, entre os quais: como é que tem candidato à reeleição para vereador com comitê maior que o do candidato a prefeito, e o abuso do poder econômico e político na campanha eleitoral de quem está no poder municipal. 

  Em setembro, mês “dramático” das denúncias e pedidos de impugnação dos candidatos a prefeito, os vereadores cumpriam as sessões da câmara com o foco na campanha eleitoral, atentos às pesquisas informais de intenção do votos. A dúvida de conseguir se reeleger foi se acentuando no decorrer do mês, e a “sensação” de não conseguir foi se transformando em “assombração”, a ponto de ter vereador candidato à reeleição dizendo que “pelo menos estava tentando” à espera de um “milagre”. Os vereadores, de modo geral, não tinham nada para mostrar de concreto aos eleitores, nada representativo que justificasse ou merecessem ser reeleitos. O que deixava a opinião pública “mordida”, foi os candidatos a vereador prometendo ser a solução e que iriam “resolver” os problemas da cidade, coisa que não fizeram durante o mandato. Enquanto a militâncias dos partidos se "pegavam" na "guerra eleitoral", principalmente nas redes sociais, a novidade "estratégica" mesmo foi o vereador Silas colocar e apoiar a candidatura do filho Guilherme para vereador. Conseguiu eleger o filho. 

  ... continua...

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