911 - PARTIDOS X CANDIDATOS HOJE

15/03/2018 06:25

    Resumo compilado de várias fontes

  A “candidatura” do inelegível Lula já divide o PT, tanto que  senadora Gleisi Hoffmann manda recados aos petistas, tentando impedir que o partido atire o condenado aos leões. Entretanto, nos bastidores do partido já pensam em alternativas considerando que Lula será preso, ou seja: lançar outro nome do partido ou se aliar a candidato de outro partido. Lula diz que está pronto para ser preso e o partido pressiona o Supremo Tribunal Federal para, de certa forma, livrar Lula da prisão com a decisão do TRF-4 na spróximas semanas. É o assunto que está mobilizando a pauta “prioritária” das análises políticas e jurídicas nos meios de comunicação.

  A candidatura de Jair Bolsonaro, líder nos cenários sem Lula das pesquisas eleitorais, encontra resistências de dirigentes estaduais do PSL, mesmo após a saída da corrente interna Livres, que não aceitou a chegada do deputado à sigla. Bolsonaro tem enfrentado resistências internas no PSL, a exemplo do que aconteceu quando tentou se filiar ao PEN/Patriota. O ex-presidente do PSL em Minas Carlos Alberto Pereira disse que todos os dirigentes foram surpreendidos com a notícia de que deveriam renunciar para que o grupo de Bolsonaro assumisse a legenda. “Não fizeram reunião. Não conversaram com ninguém. Já chegaram com a chapa pronta e tentando colocar os filhos a qualquer custo. É um projeto aberto à população ou de família? É para o país ou pessoal?”

  A candidatura de Geraldo Alckmin, que só piora nas pesquisas, é um não tem tu, vai tu mesmo no PSDB. Geraldo Alckmin acha que, neste momento, só conta mesmo com PPS, PV e PTB para a sua candidatura ao Planalto. Também disse a interlocutores que o Nordeste está perdido para ele, e que nem mesmo um vice nordestino o ajudaria a amealhar votos na região. Para ficar ainda mais complicado, tem a "herança maldita" de Aécio Neves que ameaça os planos de Alckmin para a presidência, que enfrenta dificuldades para crescer nas pesquisas em sua própria casa e ainda tem grande desafio para pontuar bem em Minas Gerais.

  A candidatura de Marina Silva perdeu força com a saída da Rede dos deputados Alessandro Molon e Aliel Machado, que deixaram o partido sem o número mínimo de cinco representantes no Congresso exigido para garantir a participação nos debates eleitorais no rádio e na TV neste ano. Aparentemente a candidatura perdeu força na decolagem, mas está intenficando conversas com grupos que apoiarão ou lançarão candidatos ao Congresso e que estão a procura de partidos para abrigá-los. Ela assinou com o partido Acredito uma carta-compromisso que abre as portas da Rede para filiação do grupo, que pretende ter pelo menos 48 candidatos a deputado estadual e federal. 

  A candidatura de Guilherme Boulos não é digerida por metade do PSOL, segundo Plínio de Arruda Sampaio Jr., e despertou a ira de João Batista Oliveira de Araújo, o Babá, um dos fundadores do partido, que mandou o líder do MTST ir “se abraçar com o governo corrupto de Lula dentro do PT”. Os presidenciáveis que conseguiram a união de seus correligionários em torno de suas candidaturas, aparentemente, são: João Amoêdo (Novo), Rodrigo Maia (DEM), Álvaro Dias (Podemos) e Ciro Gomes (PDT). Só lhes faltam votos.

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